Quando Pensávamos que seria ARTE...era da CULTURA da POLITICA.
Caríssimos, caríssimas, saudações sonoras! Com os dissabores que o mercado fonográfico promove por si ao ambiente das artes imaginava-se (ao mesmo eu imaginava) que estaríamos resguardados pelos principios históricos que regem (ou regiam) a produção de eventos como Festivais de Música. Festivais tem sua fundamentação no lançamento de uma obra nova e por isso o INEDITISMO torna-se fundamental sem que se deva relativizar sua definição; o INÉDITO é tudo o que ainda não se reconhece, não se tem opinião formada...enfim...o desconhecido de certa forma.(há o conceito juridico). Não há meio INÉDITO ...ou é desconhecido dos concursos musicais ou NÃO É INÉDITO. Dai entram outros fatores como as fraudes em forma de PLÁGIOS (com uma definição técnica bem delineada)...alteração do título de uma mesma obra para que seja maquiada como obra nova...as mesmas letras sob outras melodias....ou vice versa...enfim...coisas feias, bem feias...desonestas... Entra a POLITICA. aquela fração de reconhecime...