A SURPREENDENTE FÓRMULA EM DÉJÀ VU DE MARCUS CAFFÉ
A SURPREENDENTE FÓRMULA EM DÉJÀ VU DE MARCUS CAFFÉ Quando se ouve falar no lançamento de um disco ou de um artista intuitivamente a pergunta nos vem: - É um disco de quê? Ele canta o quê? Necessidades de atendimento à regra lógica de mercado que segmentam os produtos quando esse “produto” é uma obra de conteúdo a coisa fica um pouco mais complicada; ou não. A figura do intérprete MARCUS CAFFÉ surge nessa correlação entre obra/autor e o público como um filtro, é por suas entranhas que a obra transita, é o resultado desse trânsito que se transfigura na forma que a canção assume diante do ouvinte. O conteúdo é o mesmo, o juízo de valor sobre a literatura ali composta é dado pelo intérprete através de sua respiração, das tensões, dos relevos, das pausas, da excitação, enfim, de todos os estímulos que recebe da obra e que à ela retorna por seu viés. DÉJÀ VU é um disco de nuances, de sutilezas e de ênfase. Um “produto” de um formato fácil e bom de seu ouvir, mas que para traduzir tão bem os ...