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Fortaleza, 15 de Maio de 2020

Estamos em casa e ontem completamos 60 dias de confinamento relativo sendo 08 dias de confinamento absoluto. Desde a noite de ontem chove. Penso nos hospitais. Em quem está num hospital seja paciente, seja um trabalhador por onde se olhe nesses dias ainda se verifica muito mais dor. Nesses dias de Pandemia o volume de óbitos cresce assustadoramente. A humanidade e as gestões estão em pânico pela chegada de uma situação concreta para a qual não estava preparada, mas deveria estar porque o que a população paga de impostos é muito mais do que suficiente para e execução de politicas públicas que eduquem, que protejam, que salvem, que auxiliem e que promovam o bem estar social. Não esperar o surgimento de uma situação limite é a denúncia da incompetência gerencial. As pessoas estão morrendo entre os motivos naturais morrem por necessidades que as impede de ficar em casa, morrem por não terem auxilio, morrem por não entenderem as orientações, morrem porque a natureza humana tem sua vil...

Milton Nascimento - Cais

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Ele merece!

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Estamos em tranca rua! Todos, quase todos, em casa. Há intangível inimigo às ruas. Ele está pelas ruas. habita um resíduo qualquer. Espalha-se pelo ar, flutua suspenso na brisa que passa serena. Rende graças a nossa pouca luz, nossa semi fé, a desatenção, a negligência, o desrespeito, a ignorância arrogante... Se a proteção nos é entendida pela desgraça desatendida será. Anti-matemática equação... Duríssima lição na resistência a atuação de uma lógica da extinção. Um mundo e um homem Só!

INDE FINITO (Juan Gauthier Sansavoir) pseudônimo de Marcus Caffé

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Arei escaldante brilhante Incessante incandescentemente luz intocável; infindável; Iluminavelmente mar insolúvel inodoro inconsutilmente ar respirável desfrutável melancolicamente ser.

REGINA (poema escrito em meados de 1986 em homenagem à Elis Regina)

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Tão sorrateira; tão discretamente bela; só poderia se tão grande quanto você e eu, nem ai! Adolescente eu, nem podia nem nunca iria vê-la assim como vejo, como sinto, como você pequena, notável, tempero do vatapá tão brasileiro; Tão feliz eu agora que nosso convívio é tão espirito e tão interno. A mim não interessa quem a fez brilho quem a fez tão luz. Seu sorriso me faz sorrir, seus olhinhos pequenos, curiosos me deixam também assim. Sua persona encanta quem enxerga além do seu mini porte físico Agora a descobri mulher mãe,amiga, incentivo, paixão. Agora sou feliz Elis menina no verão que vem nós vamos à praia.

E dai? A sociopatia de uma servidor público!

Havia na Beira Mar de Fortaleza um lugar super badalado na década de 80 que se chamava a Volta da Jurema. Era ali que a juventude se encontrava. Erma jovens de quase todos os bairros da cidade. De ônibus, motocicleta ou carro ...todos se arrumavam e perfumavam para dar um rolé naquelas curvas da orla. Ao que me parecia reunia-se alí uma parte do público da Feirinha do Bairro de Fátima com outros que desciam da Praça Portugal e tantos outros que se deslocavam de outras áreas de convivio. Naquela praia havia o estúdio da FM do O POVO que transmitia ao vivo sua programação noturna de uma "cabana" construída ali. Mix de perfumes caros e baratos,império do jeans e onde as paqueras davam menos pelo sobrenome e mais pelo carismas dos "paquerantes". Haviam os playboys (chato que em todo movimento social surgem esses personagens com a mesma postura reprovável e protagonistas de vexames cada vez mais constrangedores que nenhum alto padrão econômico consegue...