FESTIVAL DA ASSEMBLÉIA
Moça viola
Quando a tarde
esqueçe o sertão
o sol desce por trás da chapada
a lua atrasada, pendura na estrela
e a moça vem vê-la e sonhar no clarão.
É então que a viola ponteia
na toada uma dor de saudade
um peito que arde, desliza nas cordas abraçando as formas da moça Faceira.
A fogueira clareia a donzela,
flor mais bela que alegra a noite.
Um vento no açoite leva a labareda,
o sol desce por trás da chapada
a lua atrasada, pendura na estrela
e a moça vem vê-la e sonhar no clarão.
É então que a viola ponteia
na toada uma dor de saudade
um peito que arde, desliza nas cordas abraçando as formas da moça Faceira.
A fogueira clareia a donzela,
flor mais bela que alegra a noite.
Um vento no açoite leva a labareda,
que faz uma vereda no
escuro do céu.
No chapéu do violeiro, uma pena marca a cena de um desamor.
No chapéu do violeiro, uma pena marca a cena de um desamor.
Mas quem chora na
dor é a viola
Pois a dor já mora no seu ponteado.
Chora, chora viola
Ponteia mágoas de amor.
chora, chora viola ponteia mágoas de amor.
http://www.myspace.com/marcuscaffe/music/songs/mo-a-viola-40-m-rcio-resende-e-fernand-mp3-87566905
Pois a dor já mora no seu ponteado.
Chora, chora viola
Ponteia mágoas de amor.
chora, chora viola ponteia mágoas de amor.
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