Leis do trânsito!
Feitos de memórias, da interação entre as percepções do que foi se fixando mais profundamente em nosso relato....Temos a criança sempre, todos os dias em nós, nunca deixamos de ser o que já fomos penso eu, mesmo que em cada fase de nossa história tenhamos compreensões diversas não nos falta a lembrança dos momentos nos quais agimos impulsivamente, imaturamente e as motivações de nossas reações permanecem arquivadas. Também temos acervos de emoções, e nos vale decidir racionalmente qual deles manteremos aberto e qual deixaremos emoldurados para um contemplação histórica.
Percebo meus idosos indo ao encontro de suas infâncias com mais pressa e sem muitos pudores (esses imperaram na era do EU SOU)..Para os idosos e que se compreendem já no declinar dessa existência e no aportar do porvir o que interessa é o movimento da contemplação, na possibilidade do compartilhamento de histórias pessoais tão coincidentes às vezes. Nosso corpo social é tão previsível!
Certo medo, muito medo. Muitas dúvidas e momentos justificáveis de pânico. Olhar no espelho que nos reflete o aspecto exterior e não ver aquela pele, aquele olhar firme, aquele cabelo forte, aquela postura ereta...Sim dá medo, um medo injustificável quando se contemporiza com o todo, estamos no todo e nele passaremos irremediavelmente pelo mesmo circúito porque estamos em trânsito mesmo nos sentido parados. Há células se multiplicando em maior, em menor velocidade...
Estamos em trânsito e a velocidade pode nos desnortear. seja no tempo que for necessário que saibamos parar e aquietar e não desejar formar raízes na casa, na terra, no momento. Tudo passa e para todos!
Deixemos passar e vivamos todas essas dores, amores, paixões, incertezas...A existência nos chega...e esse ambiente social no qual chegamos nos induz à valores e à projetos e isso tudo é cultural...Espirito não tem Cultura, alma não tem tradições....tudo são construções sociais introjetadas em nós..aceitamos...somos do coletivo...
Percebo meus idosos indo ao encontro de suas infâncias com mais pressa e sem muitos pudores (esses imperaram na era do EU SOU)..Para os idosos e que se compreendem já no declinar dessa existência e no aportar do porvir o que interessa é o movimento da contemplação, na possibilidade do compartilhamento de histórias pessoais tão coincidentes às vezes. Nosso corpo social é tão previsível!
Certo medo, muito medo. Muitas dúvidas e momentos justificáveis de pânico. Olhar no espelho que nos reflete o aspecto exterior e não ver aquela pele, aquele olhar firme, aquele cabelo forte, aquela postura ereta...Sim dá medo, um medo injustificável quando se contemporiza com o todo, estamos no todo e nele passaremos irremediavelmente pelo mesmo circúito porque estamos em trânsito mesmo nos sentido parados. Há células se multiplicando em maior, em menor velocidade...
Estamos em trânsito e a velocidade pode nos desnortear. seja no tempo que for necessário que saibamos parar e aquietar e não desejar formar raízes na casa, na terra, no momento. Tudo passa e para todos!
Deixemos passar e vivamos todas essas dores, amores, paixões, incertezas...A existência nos chega...e esse ambiente social no qual chegamos nos induz à valores e à projetos e isso tudo é cultural...Espirito não tem Cultura, alma não tem tradições....tudo são construções sociais introjetadas em nós..aceitamos...somos do coletivo...
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