A SOBREVIVÊNCIA DO MÚSICO PROFISSIONAL NO ESTADO DE EXCEÇÃO
Músico é uma categoria bem peculiar....a percepção do músico, seja profissional ou amador é filtrada pelo mundo místico dos sons. Para o músico a música não finda e cada momento tem certa trilha sonora, qualquer movimenta suscita uma lembrança sonora, um estudo, uma ritmica...Há músicos tantos!!!
Na Justiça há inúmeros compositores, instrumentistas, teóricos, na medicina há também uma quantidade imensa de músicos, na engenharia, na tecnologia, no jornalismo, na teologia; Músico é dessa maneira um estado de espírito antes de ser profissão, mas há os profissionais, aqueles que dedicam a vida ao estudo de seus instrumentos e suas potencialidades técnicas e expressivas e assim conseguem se manifestar, extrair de nós ouvintes sensações pontuais, pessoais, universais....
Músico profissional tem uma missão de caráter sensorial e sendo assim não pode se privar dos ônus e bônus desses ser para o mundo.
Nesse momento, enquanto profissional das artes me deparo com diversos colegas que como eu se sentem desamparados pelas politicas do poder público, nada nos comporta, nada nos insere, nada nos identifica, individualiza e destaca, por maiores os talentos, por melhores os reconhecimentos externos, os curriculuns ricos..nada basta...nada consubstancia ou fundamenta uma politica que reconheça nossos méritos e vivemos à deriva desse estado que não se manifesta somente no hoje...
Estamos em depressão coletiva, é bom, justo e necessário que se diga!
Na Justiça há inúmeros compositores, instrumentistas, teóricos, na medicina há também uma quantidade imensa de músicos, na engenharia, na tecnologia, no jornalismo, na teologia; Músico é dessa maneira um estado de espírito antes de ser profissão, mas há os profissionais, aqueles que dedicam a vida ao estudo de seus instrumentos e suas potencialidades técnicas e expressivas e assim conseguem se manifestar, extrair de nós ouvintes sensações pontuais, pessoais, universais....
Músico profissional tem uma missão de caráter sensorial e sendo assim não pode se privar dos ônus e bônus desses ser para o mundo.
Nesse momento, enquanto profissional das artes me deparo com diversos colegas que como eu se sentem desamparados pelas politicas do poder público, nada nos comporta, nada nos insere, nada nos identifica, individualiza e destaca, por maiores os talentos, por melhores os reconhecimentos externos, os curriculuns ricos..nada basta...nada consubstancia ou fundamenta uma politica que reconheça nossos méritos e vivemos à deriva desse estado que não se manifesta somente no hoje...
Estamos em depressão coletiva, é bom, justo e necessário que se diga!
Dai, nessa politica que inclue os "chapas" e exclui os demais por não serem 'chapas" ficamos à deriva no mercado que exige cada vez mais qualificação enquanto os mais qualificados são dolosamente substituidos pelos mais baratos, descartáveis, inconsistentes porém menos resistentes ás humilhações de gente pobrinha..bem pobrinha de educação e respeito, essa gente que não interessa mencionar!

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