Fortaleza, 15 de Maio de 2020

Estamos em casa e ontem completamos 60 dias de confinamento relativo sendo 08 dias de confinamento absoluto.
Desde a noite de ontem chove.
Penso nos hospitais. Em quem está num hospital seja paciente, seja um trabalhador por onde se olhe nesses dias ainda se verifica muito mais dor.
Nesses dias de Pandemia o volume de óbitos cresce assustadoramente. A humanidade e as gestões estão em pânico pela chegada de uma situação concreta para a qual não estava preparada, mas deveria estar porque o que a população paga de impostos é muito mais do que suficiente para e execução de politicas públicas que eduquem, que protejam, que salvem, que auxiliem e que promovam o bem estar social.

Não esperar o surgimento de uma situação limite é a denúncia da incompetência gerencial. As pessoas estão morrendo entre os motivos naturais morrem por necessidades que as impede de ficar em casa, morrem por não terem auxilio, morrem por não entenderem as orientações, morrem porque a natureza humana tem sua vilania.
E a realidade nesses dias é que morrem todos, morrem muitos, morrem demais. Morrem os que chegam acometidos, morrem os acidentados, morrem os acompanhantes, morrem os que tratam e muitos entre todos os que são tratados.

Onde está a competência para acolher as necessidades de nossa raça?
Além de nossas preces e vibrações quais atitudes nos compete tomar em situações como essa? O que podemos nós ?

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