Prata e Azul

O céu está prata aqui em Fortaleza. Estou aqui olhando pra ele. Passam poucos pássaros nesse momento e há o canto de muitos que eu não os vejo. É o infinito no alto...é pro alto que olhamos no movimento de gratidão. 
Lindo esse céu prata de suaves nuances azuis que lembram os olhos de mamãe...o azul dela...
Nesse mesmo céu nesses dias segundo a crença que alimentam nossos sonhos têm chegado um grande número de mães, vós, pais, tios, filhos, amigos de alguém ao redor.
Nesse instante em que olho pro céu e uns pássaros vão e outros vêm e tantos cantares ouço sem os ver estão ocultos quem sabe o rastro de tantos que tem "subido" nesses dias...Um céu que tem recebido almas aos montes....um infinito de onde vem a chuva e o sol, de onde sopram os ventos e onde se perde nosso olhar....
No silêncio do infinito nada valem os tesouros terrenos...para nada servem, não há lugar que os justifique. Onde há paz não há disputas, não há intrigas porque não há lutas. Tudo é silêncio e harmonia, tudo tem vida em mansidão.
Lá naquele céu (ou num céu de nossos sonhos) é onde mora Deus a quem só importa o que somos, observa nossa alma nua e se mostra à nós sob as cores das quais revestimos nossos sonhos...eu acho!
Obrigado Deus. Há nesse céu que vejo, e também naquele que creio, entre o prata, o laranja e o rosa o azul do olhar de uma certa mãe!

Olhem pro céu, virá de lá a redenção!

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